Duas coisas indicam fraqueza: calar quando é preciso falar e falar quando é preciso calar. Provérbio Persa

Pessoas difíceis ou comunicação inadequada?
Isi Golfetto
A comunicação pode facilitar ou dificultar o andamento de nossas conversas seja pessoal ou profissional. Assim, comunicar de forma assertiva é uma arte.
Uma pessoa inteligente sabe o que dizer...
uma pessoa sábia sabe se deve ou não dizer!
Você pode saber o que disse... mas nunca o que o outro entendeu!
Quantas vezes você se encontra em situações que geram estresse ou mal-entendido causados por problemas de comunicação? Parece que um fala grego e o outro troiano? Por que isso acontece?
Comunicar é uma atividade natural do ser humano e uma necessidade.
Nos comunicamos diariamente não apenas através da forma oral, mas da forma não-verbal, que são os sinais que o nosso corpo emite sem que percebamos e comunica até o que não queremos.
Especialista em comunicação verbal focada em gestão de pessoas, Reinaldo Passadori destaca os principais erros na comunicação.
Principais erros na comunicação
Apatia. A apatia pode ser o pior dos sentimentos ou a sua inexistência. É a indiferença plena - tanto faz como tanto fez... como se o outro, seus pensamentos e sentimentos não merecessem nenhuma atenção e consideração. Empatia, ao contrário, é a capacidade de se colocar no lugar do outro, compreendendo o seu temperamento. Com voz serena, mas firme, torna a comunicação mais atraente, interagindo com calma, confiança, polidez.
Insegurança. Profissionais inseguros geralmente se comportam de maneira agressiva, o que pode causar medo e intimidação. Quem conhece verdadeiramente detém o controle de seus atos, gestos e palavras. Uma pessoa assertiva defende suas ideias e direitos e, ao mesmo tempo procura aceitar do outro o que deve ser feito.
Impaciência. Quando se é impaciente é difícil ensinar e aprender já que não há espaço para a observação e o intercâmbio de informações. Uma postura sábia requer dar o tempo de maturação necessária aos acontecimentos e também tomar decisões firmes de forma serena, sem atropelos.
Incoerência. É a diferença entre falar, defender uma ideia, valores ou posição e não seguir o discurso e as ideias apregoadas. Esse comportamento desperta desconfiança e descrédito, pois as pessoas acreditam que a qualquer momento o incoerente poderá mudar de lado, sem se importar com os desdobramentos das suas atitudes.
Prolixidade. Ser excessivamente longo, cansativo, entediante em uma conversa ou texto é um dos maiores pecados da comunicação. Geralmente o prolixo não reconhece que sua expressão é confusa, cheia de palavras repetidas ou sem um significado importante e que os ouvintes não prestam atenção justamente pela falta de objetividade.
Ignorância. Falta de conhecimento, sabedoria e instrução sobre determinados temas ou mesmo por acreditar em algo falso, não tendo discernimento. Saber que existe muito mais conhecimento e profundidade em um assunto, porém não buscar isso. Fazer pouco caso da importância do saber e agir como se não precisasse do outro.
Arrogância. Caracteriza a falta de humildade, alguém que não deseja ouvir, aprender algo que não saiba ou estar no mesmo nível do seu próximo. Contraposta, a humildade é uma das qualidades mais difíceis de exercer e não significa ser fraco perante a posição que ocupa. A humildade é saber ouvir, sem passar por cima do outro, é ser reverente e ter conhecimento exato do que não se é. Pode-se nascer com essa característica ou trabalhar para adquiri-la.
Portanto, para obter mais assertividade em sua comunicação é preciso aprender a escutar e entender o que as outras pessoas dizem e estar atento aos gestos, aos movimentos e às expressões que muitas vezes revelam mais sobre alguém do que as próprias palavras.
Esses são conselhos básicos para quem pretende ter um bom desempenho e domínio na arte de comunicar melhor.
Sucesso a todos nós!
Foi muito bom estar em sua companhia.
Forte abraço
Isi

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A habilidade de ouvir o outro. Fingimos ouvir a quem fala

Você é um bom ouvinte? Autoavaliação.

Comunicação ou competição? Escutar para compreender

O silêncio é de ouro, mesmo? O silêncio que ensurdece

Quem você escutou hoje?  Escutar não é algo que você faz na correria

Bom senso e Respeito. Muita calma nessa alma!!!

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Se o que tens a dizer não é mais belo que o silêncio, então cala-te. Pitágoras

Você é um bom ouvinte?
Isi Golfetto
Mais do que meramente escutar, ouvir com eficácia implica em dar àquele que fala a sua completa atenção, somada à sua capacidade de compreensão. Essa compreensão o torna apto a apreciar o outro e a perceber a maneira como ele se sente e por quê. Você, também, estará mais preparado para detectar expectativas, esperanças, temores e dificuldades.
Ouvir não é apenas esperar o outro terminar a sua fala
para retomar ao insaciável desejo de falar
sobre aquilo que gravita à sua volta.

Autoavaliação - você é um bom ouvinte?
É incrível como há pessoas que não se calam nem mesmo quando estão sozinhas. Ficam impacientes ao ouvir o outro porque não conseguem silenciar o seu diálogo interno.
Ouvir pede silêncio interior. É uma decisão de se esvaziar e respeitar o colega de diálogo.
Ouvir é uma arte que exige disciplina, treino, paciência, empatia, humildade, generosidade.
Quer saber como anda essa sua virtude? Apresentamos um teste de avaliação que é realizado em duas etapas.
Autoavaliação. Na primeira etapa você responde as questões e dá a pontuação que julgar correta.
Ser avaliado. Na segunda etapa você escolhe uma ou duas pessoas para responderem sobre você. E então, compara os resultados. 
Pontuação. De 1 a 4 pontos, sendo 1 para a alternativa nunca e 4 para a alternativa sempre.
1. Você permite que o outro se expresse sem interrompê-lo? 
(   ) Nunca 
(   ) Raramente 
(   ) Quase sempre
(   ) Sempre
2. Você escuta nas entrelinhas, procurando o sentido das palavras, especialmente quando a pessoa usa de significado não claro?
(   ) Nunca
(   ) Raramente 
(   ) Quase sempre
(   ) Sempre
3. Você se esforça para reter as informações importantes durante a conversa?
(   ) Nunca
(   ) Raramente 
(   ) Quase sempre
(   ) Sempre
4. Você registra os detalhes mais importantes?
(   ) Nunca
(   ) Raramente 
(   ) Quase sempre
(   ) Sempre
5. Ao recordar um fato, você se preocupa em localizar e registrar os fatos mais importantes e as apalavras-chave?
(   ) Nunca
(   ) Raramente 
(   ) Quase sempre
(   ) Sempre 
6. Você repete para o seu interlocutor os detalhes essenciais de uma conversa, antes que ela chegue ao fim, visando confirmar o que entendeu?
(   ) Nunca
(   ) Raramente 
(   ) Quase sempre
(   ) Sempre
7. Quando em conversa, você começa a formular a sua resposta quando o outro finaliza as as suas ideias?
(   ) Nunca
(   ) Raramente 
(   ) Quase sempre
(   ) Sempre 
8. Você evita se tornar hostil quando o ponto de vista do seu interlocutor difere do seu?
(   ) Nunca
(   ) Raramente 
(   ) Quase sempre
(   ) Sempre 
9 . Você ignora fatos paralelos que interferem na conversa?
(   ) Nunca
(   ) Raramente 
(   ) Quase sempre
(   ) Sempre
1. Você sente e transmite interesse genuino no que o outro está falando? 
(   ) Nunca
(   ) Raramente 
(   ) Quase sempre
(   ) Sempre
Interpretação do resultado. 
32 pontos ou mais você é um bom ouvinte. Alguém que desperta confiança e que sabe captar as ideias do seu interlocutor.
De 27 a 31 pontos você está entre os ouvintes medianos.
De 22 a 26 pontos aponta para a necessidade de uma prática consciente da arte de ouvir bem, a fim de superar algumas deficiências.
Abaixo de 21 pontos, provavelmente, boa parte das mensagens que você escuta possui interferências.
Com o resultado da avaliação em mãos, você vai identificar os pontos que precisa desenvolver para ouvir o outro com eficácia. Estes se encontram nos itens avaliados com 1 ou 2 pontos. O objetivo é eliminar o nunca e o raramente da sua lista. 
Ninguém é perfeito. Todos estamos em processo de construção, reforma, melhorias. Tire um tempo para refletir e avaliar o seu comportamento em relação a sua habilidade de ouvir o outro. Quando nos conhecemos melhor, conhecemos, também, os principais fatores que interferem em nosso desenvolvimento além de podemos aprimorar e evoluir em nossa capacidade de captar o que o outro quer dizer através da emoção que transmite por meio das suas palavras e gestos, e assim, aos poucos vamos nos tornar verdadeiros ouvintes.
Quem sabe ouvir consegue entender a importância da fala e melhorar o seu relacionamento interpessoal.
Foi um prazer estar em sua companhia.
Um forte abraço. Até breve.
Isi

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Ser educador é ser um poeta do amor. Augusto Cury

Professor, a obra é sua!
Isi Golfetto
Educar é acreditar na vida e ter esperança no futuro. Educar é semear com sabedoria e colher com paciência. Augusto Cury
Um professor pode levá-lo até a porta,
mas abri-la é com você.
Educar é acreditar que tudo é possível!
O professor, desde o passado, é um presente que faz do futuro um lugar melhor.
Em cada projeto arquitetônico...
vejo o primeiro traço impresso no coração do arquiteto.
O arquiteto é sua obra, professor!
Em cada casa construída...
vejo o alicerce que está por trás do engenheiro.
O engenheiro é sua obra, professor!
Em cada sinfonia...
escuto a harmonia e a delicadeza dos sons.
O músico é sua obra, professor!
Em cada correto julgamento...
vejo o senso de justiça implantado na consciência do juiz.
O juiz é sua obra, professor!
Em cada causa defendida...
vejo a tramitação do processo e todo caminho percorrido para tornar esse defensor um verdadeiro advogado.
advogado é sua obra, professor!
Em cada paciente bem atendido...
vejo na face do médico a abnegação e a doação de vida a ele dedicado.
O médico é sua obra, professor!
Em cada animal que recebe cuidados especiais...
vejo nas mãos do veterinário a marca do afeto recebido de você um dia.
O veterinário é sua obra, professor!
Em cada aula ministrada...
vejo no semblante do mestre o reflexo da sua imagem com toda bagagem e experiência doada.
O mestre é sua obra, professor!
Hoje, não se comemora apenas o seu dia, professor,
mas se comemora a esperança... o desenvolvimento...
porque se trata da célula que emana vida e origina toda e qualquer profissão.
Você pode não ter o reconhecimento merecido...
mas todo o progresso e grandeza cultural de um país,
é obra sua, professor!
AO MESTRE, COM CARINHO!
Aquele que consegue fazer coisas difíceis parecerem fáceis é um educador. Ralph Waldo Emerson
Um abraço especial a você, querido Mestre!
Isi

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O maior problema da comunicação é que não ouvimos para compreender, ouvimos para responder.

A habilidade de ouvir o outro
Isi Golfetto
Muitos conflitos poderiam ser evitados pelo simples fato de reconhecer que, o que o outro diz passa por um filtro, o meu filtro. O filtro de todas as experiências que vivi, da minha autoestima, das minhas crenças e das minhas interações com aquela pessoa. Isso dá todo um novo significado para o que eu ouvi, o que eu entendi e que, supostamente foi dito, e não necessariamente o que ele disse.
Seria tão bom se a velocidade para responder
fosse menos importante do que  
a qualidade e a coerência da resposta.
Fingimos ouvir a quem fala...
Sabia que você tem a capacidade de falar até 100 palavras por minuto e que pode ouvir até duas vezes mais?
O problema disso é que com frequência o nosso cérebro se distrai e fingimos ouvir a quem fala. Estamos imersos em nossos próprios pensamentos e naquilo que julgamos ser importante.
Segundo pesquisas, uma pessoa mediana ouve com apenas 25% de eficiência. Esse dado indica que três quartos daquilo que ouvimos, literalmente, entra por um ouvido e sai pelo outro.
Isso me faz recordar de um passatempo, em grupo, chamado telefone sem fio. Essa brincadeira consiste em um participante sussurrar uma palavra ou frase no ouvido do amigo ao seu lado. Este amigo repassa para o próximo aquilo que entendeu até chegar no último que fala em voz alta o que entendeu. Quanto maior o número de participantes mais distorcida chega a mensagem à última pessoa.
Se era engraçado o final dessa história com as palavras em português, imagine esse exercício feito em inglês para reforçar o aprendizado - peas, bees, knees, cheese, kiss... a funny learning time!
Essa atividade coletiva pode representar esse processo de comunicação. Seja como uma atividade para entreter ou aprender mostra o quanto alguém compreende a mensagem transmitida. O quanto do que eu falo é modificado quando passa pelo filtro do outro.
Mas, nem tudo está perdido. Há alguns hábitos que podem tornar você um bom ouvinte.
Ouvir depende do silêncio dentro da alma
Praticar a atenção consciente. Desligue o celular, a televisão ou qualquer outra coisa que distraia a sua atenção. Ouvir com o coração é se concentrar na pessoa que está a sua frente.
Olhar nos olhos do seu interlocutor enquanto ele fala. Isso demonstra que você reservou aquele tempo para dar atenção a ele.
Ouvir cuidadosamente o que está sendo dito. Procure entender o que a pessoa está passando. Perceba os seus gestos e as suas emoções por trás das palavras ou do seu silêncio.
Fazer perguntas pertinentes. Uma das características do bom ouvinte não é apenas ouvir, mas interagir no momento adequado para extrair informações significativas e mostra seu interesse no que o outro está dizendo.  
Não ficar na defensiva. Nem tudo o que você vai ouvir será sempre lindo. Temos a tendência a ficar fechados diante de críticas negativas. Dê um pause e aguarde o momento adequado antes de emitir a sua opinião.
Entender antes de criticar. Não julgue ou critique o que uma pessoa tem a dizer antes de ouvi-la. Confirme se compreendeu o que lhe disseram. Continue atento ao seu interlocutor mesmo quando estiver incomodado e não concordar com a opinião emitida.
Sair um pouco de si. Procure aceitar as pessoas como elas são e não como você gostaria que fossem. É preciso estar conectado com a outra pessoa e acompanhar a sua história sem intervenção, criando assim mais cumplicidade e sintonia. É uma maneira simples de dizer... estou aqui, pode contar comigo!
Praticar o silêncio. Em muitas ocasiões a escuta é apenas isso... silêncioA habilidade de ouvir reside no silenciar da mente e do coração diante da fala do outro.
Ouvir o outro vai muito além do ato voluntário de escutar. Depende do silêncio dentro da alma. 
Procurar compreender exige consideração. Procurar ser entendido requer coragem. A eficiência do ouvir reside no equilíbrio das duas coisas.
Se quer saber como está a sua virtude de ouvir o outro, segue o link para um teste simples, prático e o resultado é surpreendente. Bom teste.
Agradeço por me ouvir até aqui. Aguardo você no teste.
Um grande e especial abraço
Isi

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Você é um bom ouvinte? Autoavaliação.

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Equilíbrio Sentimental. Essência Feminina

Comunicação é sempre uma via de mão dupla.

Seria cômico... se não fosse trágico!
Isi Golfetto

Ninguém concorda com a opinião do outro. Concordamos apenas com as nossas próprias opiniões expressas por outras pessoas.

Diálogo é um bom monólogo estragado
com mais alguém falando...

Ouvir é o caminho mais curto para o coração
Alguma vez você teve a impressão de estar falando com as paredes? Qual a sensação? Tem coisa pior? E aquelas conversas ou diálogos que mais parecem monólogos simultâneos
Ouvir implica em uma entrega ao outro, uma diluição no outro. Para ouvir é necessário limpar a mente de todos os ruídos e interferências causados pelo próprio pensamento durante a fala alheia.
Artur da Távola, jornalista e escritor brasileiro, observador da comunicação humana, destacou doze pontos que apontam as principais dificuldades das pessoas em ouvir o que o outro está falando pelo hábito de pensar, avaliar, julgar e analisar tudo enquanto o outro fala.
As interferências no ato de ouvir o outro
1. Em geral, a pessoa não ouve o que o outro fala... ela ouve o que o outro não diz.
2. A pessoa não ouve o que o outro fala... ela ouve o que quer ouvir.
3. A pessoa não ouve o que o outro fala... ela ouve o que já escutou antes e coloca o que o outro está falando naquilo que se acostumou a ouvir.
4. A pessoa não ouve o que o outro fala... ela ouve o que imagina que o outro ia falar.
5. Numa discussão, em geral, os discutidores não ouvem o que o outro está falando... eles só ouvem o que estão pensando em dizer a seguir.
6. A pessoa não ouve o que o outro fala... ela ouve o que gostaria de ouvir que o outro dissesse.
7. A pessoa não ouve o que a outro fala... ela ouve o que está sentindo.
8. A pessoa não ouve o que o outro fala... ela ouve o que já pensava a respeito daquilo que a outra está falando.
9. A pessoa não ouve o que o outro está falando... ela retira da fala do outro apenas as partes que tenham a ver com ela que a emocionem, agradem ou prejudiquem.
10. A pessoa não ouve o que o outro está falando... ouve o que confirma ou rejeita o seu próprio pensamento. Vale dizer... ela transforma o que a outra está falando em objeto de concordância ou discordância.
11. A pessoa não ouve o que o outro está falando... ouve o que possa se adaptar ao impulso de amor, raiva ou ódio que já sentia pelo outro.
12. A pessoa não ouve o que o outro fala... ouve da fala dele apenas aqueles pontos que possam fazer sentido para as ideias e pontos de vista que no momento a estejam influenciando ou tocando mais diretamente.
A interferência no ato de ouvir nada mais é que um mecanismo de defesa. Há pessoas que se defendem de ouvir o que o outro está dizendo, por verdadeiro pavor inconsciente. Elas precisam não ouvir porque não ouvindo se livram de retificar os próprios pontos de vista, de aceitar verdades e realidades diferentes das próprias, e assim por diante.
Ouvir é um grande desafio. Desafio de abertura interior, de impulso na direção do próximo, de comunhão com ele, de aceitação de como o outro é e como pensa. Ouvir é proeza... é raridade... é um ato de sabedoria. 
Segundo Voltaire ouvir é o caminho mais curto para o coração. Depois que a pessoa aprende a ouvir ela passa a fazer descobertas incríveis escondidas ou patentes em tudo o que o outro está dizendo.
A comunicação eficaz é um estudo amplo e que gera grandes transformações em si mesmo e no outro. Para estabelecer essa comunicação eficiente e ser bem-sucedido em seus relacionamentos pessoais e na sua vida profissional depende de um aperfeiçoamento contínuo. Para ampliar um pouco mais os seus conhecimentos seguem links para outros textos sobre o tema. 
Um abraço e até breve.
Isi

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Você é um bom ouvinte? Autoavaliação.

Pessoas difíceis ou comunicação inadequada? Principais erros na comunicação.

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