O que você resiste, persiste... o que você aceita, te transforma. Carl Jung

Let go and it will flow...
Isi Golfetto 
A nossa resistência é a principal causa do nosso sofrimento. Quando não aceitamos as coisas das quais não temos controle estamos lutando contra a correnteza e a consequência é nos consumirmos em sofrimento.
Se você desperdiçar a sua energia lutando contra o que está
fora do seu alcance, não terá energia para mudar o que quer que seja!
Diante de situações fora do seu controle, como você reage? Que pensamentos e sentimentos levam você a lutar contra o que não pode mudar? Como modificar esses pensamentos e atitudes que dragam a energia? Como contornar os obstáculos e deixar a vida fluir?
Passamos por diversas experiências na vida... das mais simples às mais complexas. Com o tempo vamos ganhando habilidades para resolver problemas e nos tornando mais fortes e confiantes.
Mas, sempre chega aquele momento onde o impasse parece maior do que podemos dar conta. Eventos, de toda sorte, surgem sem tréguas minando a nossa energia... a perda de um ente querido, o enfrentamento de uma enfermidade, o término de um relacionamento, ser demitido...
Sem ter o controle da situação, começamos a sabotar os nossos próprios planos lutando desesperadamente contra uma realidade difícil de absorver. Quebramos a cabeça na busca por justificativas dando voltas e mais voltas na tentativa de minimizar o problema ou negar o que está acontecendo, outras vezes culpando as pessoas ou a situação... ou pior ainda, alimentando a ilusão de que com o tempo a situação mude ou o outro mude.
É indiscutível que na vida há muita coisa que não vamos ter o controle. Mas, nada nos faz perder mais energia do que resistir e lutar contra o que não se pode mudar. Justificativas apenas nos afundam em sentimentos e pensamentos que criam o nosso sofrimento e nos tornam ainda mais vulneráveis. E, quanto mais frágeis... mais agitados, infelizes, amargurados, irritados e ressentidos ficamos. É como tentar sair de uma areia movediça na qual estamos presos. Quanto mais a gente luta, mais a gente afunda. E essa é uma ação sem vitória. Para sair do terreno movediço é preciso deixar de desperdiçar a energia se debatendo e amaldiçoando a situação. É preciso manter a calma e dar sossego à mente para encontrar alternativas.
Aceitar o que não pode ser mudado não significa se resignar, aprovar ou ser passivo. Ao contrário, é não se descontrolar diante dos desafios. É dar um tempo para entender o que está acontecendo. É reorganizar os pensamentos e sentimentos. É ter coragem para mudar o que é possível. É ter sabedoria para enxergar as novas perspectivas, novas possibilidades e traçar novos caminhos. É ter calma para sair do estado de ansiedade e angústia e compreender que mesmo diante de fatos que não temos o controle, sempre há uma lição que podemos aprender ou alguma coisa que podemos mudar em nós. 
Como aceitar o que nos acontece e deixar a vida fluir.
Duas amigas caminhavam em um dia de chuva quando foram surpreendidas com um jato d´água vindo de um carro que passou muito próximo ao meio-fio dando um banho nas duas.
Indignadas começaram a reclamar do ocorrido. Alguns minutos depois uma delas acabou rindo da situação. Já a outra, furiosa, não parava de esbravejar xingando o motorista e ampliando o drama até o dia seguinte.
Se não está em suas mãos a possibilidade de mudar a situação, está com você a oportunidade de escolher a  atitude com que vai enfrentar o desafio.
A razão não me ensinou nada. Tudo o que sei me foi dado pelo coração. Leo Tolstoy
Os obstáculos que você encontra em seu caminho fazem parte do processo que vai te transformar na pessoa que deve ser. A decisão é sua. Viva o resultado das suas escolhas!
Comece mudando a si mesmo. A mudança que você quer, quase sempre está na decisão que você NÃO toma. A vida não é uma linha reta. É cheia de curvas, picos, abismos e, em alguns locais terá que construir pontes. Não há atalhos para chegar aonde você acredita que vai valer a pena viver. Por isso, se não der para mudar a situação em que você se encontra nesse exato momento, decida mudar a si próprio. Algumas mudanças dependem exclusivamente de você, de acreditar que você pode, de acreditar que você merece, de acreditar que você consegue... e essas mudanças só você pode fazer.
Aprenda com os desafios. Na vida ou você aceita as coisas como são ou a responsabilidade de mudá-las. Não há como fazer mudanças positivas se a sua atenção estiver presa a coisas negativas. Aprenda a aceitar os desafios... aprenda a aceitar as pessoas como são... aprenda a aceitar as circunstâncias como se apresentam... aprenda a discordar quando algo não fizer sentido... aprenda a não se acomodar quando algo  incomodar... e aprenda que a emoção que domina... embaça a visão. 
Decida contar outra história. Ou você muda.... ou a história vai se repetir indefinidamente! Você é, e sempre será o criador da sua história e o responsável por suas ações. Independente das mudanças que você quer para o seu relacionamento, sua carreira ou sua vida... nada vai mudar até que você mude. Seu mundo exterior é o reflexo do seu mundo interior. Se você não gosta da sua rotina... mude... se quer hábitos mais saudáveis... mude... se não gosta do que está vivendo... mude. Caso contrário a sua história será um eterno replay.
Mudar é preciso. Compreenda os desafios, tenha coragem para mudar o que pode, serenidade para aceitar o que não pode e persistência para ir em busca de mudanças. Não permita que a falta de controle em algumas situações possam roubar a sua paz e a sua alegria, tirando de você o prazer de sonhar, de realizar e de viver.
Você vive o resultado das suas escolhas. Escolhas são pontes que você constrói para chegar ao seu objetivo. Antes de atravessar olhe para onde elas estão te levando.  
Agradeço por ter me acompanhado nessa leitura.
Um grande e forte abraço
Isi
Siga-me.
Bate-papo com Estilo. Inspiração & Motivação - Reposição Diária de Energia.
Equilíbrio Sentimental. Essência Feminina - Espaço Terapêutico da Mulher.  

Só quem consegue aquietar a própria mente sabe escutar. Isi Golfetto

Quem você escutou hoje?
Isi Golfetto
Quantas vezes, em conversa com alguém que precisa da nossa escuta atenta, nós a interrompemos e começamos a falar... ou, acionamos o modo automático da audição e damos pouca importância às inquietações que saem do seu coração?
Escutar exige paciência... empatia... consideração.
Só quem consegue aquietar a própria mente sabe escutar.
Como você avalia a sua habilidade de escutar o outro?
Quantas vezes você costuma checar o celular enquanto a outra pessoa fala com você?
Quantas vezes você costuma se desculpar por se perder na conversa e pedir para a pessoa repetir o que disse?
Quantas vezes você interrompe a conversa para dar a sua opinião?
Você, realmente, escuta ou apenas espera a sua vez de falar?
Pensamos que estamos escutando, mas quantas vezes ficamos transitando em nosso próprio pensamento, dando atenção aos nossos interesses ou apenas aguardando o momento de interromper a fala do outro para contar a nossa versão dos fatos, dar o nosso conselho ou fazer um julgamento. 
Vivemos plugado em tudo e tudo é feito às pressas. Essa agitação impede de nos aquietarmos para escutar o outro. A escuta genuína passou a ser um presente raro... se tornou um presente caro... o presente do meu tempo.
Se tivéssemos ideia de quantos conflitos poderiam ser evitados se colocássemos em prática a escuta ativa... quantas ocasiões poderiam ser melhor vividas... quantos momentos melhor aproveitados... quanto aprendizado se daria!
Escuta ativa é ter interesse pelo que o outro quer compartilhar, buscar a compreensão daquilo que ele quer transmitir, é mergulhar na conversa, é abrir a porta para uma conexão emocional e, assim, criar mais cumplicidade e sintonia.
A escuta ativa transforma indivíduos em seres mais assertivos, alegres e tolerantes, ajuda a construir relacionamentos saudáveis e estreitar o vínculo entre as pessoas, evita desgastes, auxilia na resolução de conflitos, garante a compreensão, gera confiança e ajuda a desenvolver uma comunicação eficaz.
Pesquisas mostram que apenas 10% das pessoas escutam com eficácia. A boa notícia é que a escuta ativa é uma habilidade que você pode dominar para o seu próprio benefício e daqueles que fazem parte da sua vida pessoal e profissional. 
Habilidades da escuta ativa
Controlar os pensamentos. Treinar a mente é um dos fatores positivos da escuta ativa. Pensamentos dispersos ou focados na resposta que deseja dar afeta a compreensão do que está sendo comunicado. Discipline a sua mente para voltar ao foco da conversa todas as vezes que os seus pensamentos começarem a se dispersar..
Evitar distrações. Praticar a escuta ativa significa evitar as distrações e interrupções durante o diálogo. É impossível escutar o outro e monitorar o seu telefone o tempo todo ou manter conversas paralelas. Nada mais deselegante, além de falta de respeito com a outra pessoa.
Não interromper. Para uma escuta ativa é preciso aprender a escutar com atenção e paciência. Existe uma incapacidade de respeitar o ritmo do outro ao expor seus pensamentos. Atropelamos a conversa tentando adivinhar o que o outro vai dizer, terminando as suas frases ou pensamento, misturando o que a pessoa está tentando dizer com aquilo que a gente pensou que ela fosse dizer. A escuta ativa leva a pessoa que fala em consideração e tudo o que ela quer dizer. Só assim podemos entender a mensagem que está sendo transmitida para, então, colocarmos o nosso parecer.
Empatia. Colocar-se no lugar do outro é a melhor forma de nos conectarmos e uma forma eficiente de desenvolver a escuta ativa. Procure entender quais foram as motivações, valores, necessidades e expectativas que levaram a pessoa a pensar e fazer as coisas daquela maneira. Cada pessoa tem seu passado e suas experiências e temos que tentar ver as coisas por essa outra perspectiva.
Ouvir na essência. Preste atenção não apenas no que está sendo dito, mas também no que não está. Procure interpretar a linguagem verbal e a não-verbal. Procure compreender aquilo que a pessoa está dizendo e transmitindo através da sua expressão facial, dos seus gestos e postura. Não desperdice nenhuma pista.
Linguagem corporal. A escuta ativa faz diferença em uma conversa. Esteja consciente dos seus próprios gestos e expressões. Ao falar use um tom entusiástico. Enquanto ouve não cruze os braços nem as pernas. Mantenha contato visual e se incline na direção da pessoa que está falando.
Perguntar. Fazer perguntas demonstra que você está prestando atenção, verifica se está assimilando corretamente o que está sendo dito, além de tornar a conversa mais estimulante e atrativa. Faça perguntas investigativas, como... o que aconteceu depois? Por que ele disse isso?
Não julgar. Para ter sucesso na escuta ativa é preciso ter uma mente aberta, ver o mundo pelos olhos do outro. Evite julgar ou tirar conclusões precipitadas a respeito do que está sendo falado. Ninguém aprecia uma conversa com uma pessoa inflexível, com opinião formada e que não está disposto a ouvir.
Adote uma postura de escuta generosa, compreensiva, de alguém disposto a ajudar a encontrar as soluções para resolver qualquer tipo de problema ou conflito. Você vai ganhar o respeito e a confiança das pessoas e melhorar ainda mais a sua habilidade de escutar.
Vamos praticar?
Esse é um exercício simples para você começar a treinar desde já. Com ele você vai perceber quais as atitudes que você precisa aprimorar para ter uma escuta ativa.
Convide uma pessoa para fazer essa atividade com você... um amigo, um colega do trabalho, um parente. Essa pessoa irá falar por 10 minutos. O tema é livre. Ela pode falar sobre um filme que assistiu, talvez uma viagem onde precisou se adaptar aos costumes locais ou sobre alguma lembrança da infância.
Você vai escutar e interagir seguindo os 8 passos apresentados no texto.
Ao final da conversa você vai analisar a sua experiência e descrever como foi. Para a sua autoavaliação seguem algumas perguntas. Fique atento às suas próprias observações.
1. Controlar os pensamentos. Teve facilidade em se manter conectado com a pessoa e o assunto o tempo todo? Por que?
2. Distrações. Houve alguma? Quais foram?
3. Interrupções. Houve alguma situação? Qual o motivo?
4. Empatia. Você conseguiu absorver e compreender a experiência vivida, a motivação, as necessidades e expectativas por trás da mensagem? O que o levou a isso?
5. Ouvir na essência. A linguagem verbal da pessoa coincidiu com a não-verbal? Por que?
6. Linguagem corporal. Você manteve contato visual, cuidou para que os seus gestos e expressões mostrassem real interesse na conversa e na pessoa? Foi algo natural?
7. Perguntas. Fez perguntas investigatórias para tornar a conversa mais interativa? 
8. Não julgar. Em algum momento da conversa você pensou em discordar ou dar a sua opinião? Como modificar essa atitude?
Procure fazer desse exercício uma rotina. Observe as suas conversas com os colegas, amigos e familiares. Tenha um diário da escuta ativa e faça essa autoavaliação por pelo menos um mês.Tenho certeza de que haverá uma enorme mudança na sua escuta e em seus relacionamentos.
A vida é corrida e parece que acelera mais a cada dia. Aprender a escutar de maneira ativa e eficaz não é algo que dá para ser feito na correria. É algo que requer paciência, disciplina e um esforço consciente.
Temos um poder dentro de nós que precisa ser despertado. Trabalhe a escuta ativa e transforme a sua vida!
Agradeço por ter me escutado até aqui.
Um grande e forte abraço
Isi
Outros textos sobre COMUNICAÇÃO. Boa leitura.
O mesmo, só que não... Qual o impacto da sua fala na vida do outro?
Seria cômico... se não fosse trágico. A dificuldade de ouvir o que o outro fala.
A habilidade de ouvir o outro. Hábitos relevantes para ser um bom ouvinte.
Você é um bom ouvinte? Autoavaliação.
Pessoas difíceis ou comunicação inadequada? Principais pecados na comunicação.
Comunicação ou competição? Como desenvolver um relacionamento mais harmônico com uma comunicação assertiva 
O silêncio é de ouro, mesmo? Como transformar um silêncio punitivo em um silêncio que acalme o coração?
Siga-me.
Bate-papo com Estilo. Inspiração & Motivação - Reposição Diária de Energia.
Equilíbrio Sentimental. Essência Feminina - Espaço Terapêutico da Mulher.  

Você atrai as coisas certas quando tem a noção de quem você é. Isi Golfetto

Desce e arrasa!
Isi Golfetto
Ninguém nunca fez a diferença sendo igual ao outro. Não tente se encaixar... você nasceu para se destacar. Silencie o ruído a sua volta, ouça a sua voz interior, descubra o seu valor e viva suas conquistas.
Uma mulher que pensa, incomoda...
uma mulher que escreve, assusta... uma mulher que lê, é perigosa...
uma mulher que vai lá e faz, aterroriza...
mas, uma mulher que conhece o seu valor... essa é invencível!
Toda mulher tem um valor inestimável.
Muitas mulheres parece que já nasceram brilhando... outras trabalharam muito para conquistar essa personalidade.
Infelizmente, muitas perderam a noção do seu valor por se abaterem em momentos difíceis e acreditando que merecem menos. Assim, pouco a pouco o pó da desilusão foi encobrindo o seu brilho.
Para redescobrir o próprio valor é necessário tirar essa poeira, ter um olhar carinhoso para si mesma, fazer as pazes com as suas fragilidades e valorizar as suas qualidades. É indispensável compreender que não é preciso ser perfeita para viver perfeitamente confortável consigo mesma.
Ser essa mulher de valor é mudar a forma de pensar, é criar a sua realidade não importa o tamanho do desafio, é trabalhar duro para conquistar e viver seus sonhos, é ter atitude, é ter amor e respeito por quem você é.
Algumas atitudes a impulsionam em suas decisões, moldam o seu comportamento e influenciam na seleção dos seus hábitos dando destaque ao seu valor e realçando o seu brilho.
Inspire-se!
A questão não é quem vai me deixar... é quem vai me impedir!
Personalidade marcante. Uma mulher que conhece o seu valor é incrivelmente confiante, carismática, e seu senso de humor e charme valorizam ainda mais o seu brilho.
Dona do seu destino, julga a si mesmo com as suas métricas e não se deixa influenciar pela opinião alheia. Compete consigo mesma todos os dias e se desafia a ser sempre melhor.
Se coloca em primeiro lugar, não por ser egoísta ou arrogante, mas por conhecer o seu valor.
Reconhece as suas fragilidades, mas não se intimida diante dos obstáculos.
Valoriza as suas qualidades e a sua capacidade de realização.
Transmite confiança na maneira de falar e graça na sua expressão corporal.
Coloca paixão em tudo o que faz e seu semblante se ilumina quando fala dos seus ideais.
Sabe muito bem quem ela é, e o que quer. Eficiente e estratégica na maneira de fazer as coisas, se destaca em tudo e deixa a sua marca não importa a sua área de atuação.
Busca o equilíbrio entre insistir e recuar. Não força uma situação, mas não deixa tudo a cargo do destino.
Não é só aparência, é a essência. Não é só pesos e medidas, é qualidade de vida.
Boa aparência. Uma mulher que se valoriza cuida da sua aparência porque é um reflexo do seu interior.
Mas, ela sabe que a aparência não é tudo. A verdadeira beleza está além da aparência refletida no espelho, de pesos e medidas, da maquiagem ou das roupas e acessórios de marca.
Cuida da saúde. Se alimenta de maneira saudável, se distancia dos vícios, se exercita, dorme bem e está em dia com a sua revisão médica.
Reconhece que adquirir bons hábitos é indispensável, mas desistir dos hábitos que drenam a sua força mental é essencial.
Assumir riscos é se dar a chance de viver seus sonhos.
Assume riscos. Uma mulher que conhece o seu valor sabe que o risco maior não é cometer erros, mas nunca chegar a cometê-los por não ter a coragem de tentar.
Ela sabe que assumir riscos pode ser uma tarefa assustadora, mas evitar de correr riscos não é sinônimo de estar mais segura, nem vai garantir que seus objetivos se realizem.
Encara os riscos como um desafio - o que eu faria se não tivesse medo de arriscar? Essa reflexão lhe dá coragem para se concentrar no resultado positivo e esquecer o medo de errar.
Arriscar nem sempre é garantia de sucesso, falhas acontecem. Por esta razão, é preciso prever as possíveis falhas e encontrar meios de contorná-las.
Fracasso e sucesso andam de mãos dadas. Arriscar é focar no positivo, fracassar é se esconder das oportunidades por medo de tentar. 
Cultiva as próprias flores ao invés de esperar recebê-las.
Cultiva seus relacionamentos. Uma mulher que sabe o seu valor busca por um relacionamento afetivo saudável e cultiva-o para que floresça.
Ama-se primeiro. Decide como merece ser tratada começando pela maneira como ela própria se respeita e se trata.
Sabe muito bem o que quer. Investe no relacionamento. Valoriza seu companheiro. Busca sintonia entre eles para que exista alegria no amor e felicidade entre os dois.
Quem não sabe o que quer, perde o que tem. Ela não permanece em uma relação em que não haja reciprocidade, nem fica presa a relacionamentos negativos.
É responsável por suas emoções. Não entrega a própria felicidade nas mãos de outra pessoa e nem a responsabiliza pela forma como se sente. 
Sabe estar sozinha. Aprecia a própria companhia.
É essencial saber equilibrar sonhos, amor e ganhos. Se um deles se desequilibrar você pode desabar.
Equilibra vida pessoal e profissional. Uma mulher que reconhece o valor que tem sabe que a vida é muito mais do que apenas trabalhar. Ela busca meios de equilibrar essa equação trabalho-vida.
Reconhece as exigências da vida pessoal e profissional.
Investe no que dá valor a sua vida e faz o que precisa para ser uma pessoa inteira.
Expressa gratidão por sua vida e a vida das pessoas ao seu redor e faz com que elas também reconheçam o quanto são valiosas.
Dedica tempo para as pessoas que são a razão de momentos inesquecíveis.
Se envolve em atividades que a tornam feliz e realizada.
Tem prioridades e não se distrai com os intermináveis passeios pelas redes sociais ou pequenos dramas.
Sabe que a sua lista de coisas a fazer nunca será concluída. Assim, abri mão de certas metas e delega tarefas e responsabilidades para ter mais produtividade.
Gerencia seu tempo com sabedoria. Tempo é dinheiro e se não usar sabiamente alguém vai.
É consciente de que não há realização financeira-profissional que compensem uma vida fisicamente doente, emocionalmente instável e sem o prazer de viver.
Problemas são oportunidades para mostrar o que sabe e aprender o que precisa.
Tem consciência de que não sabe tudo. Uma mulher que conhece o seu valor sabe que há sempre coisas novas para aprender e todo mundo é capaz de ensinar alguma coisa.
Reconhece os seus erros sem fazer drama.
Avalia seus pontos fortes e fraquezas e procura melhorar.
Enfrenta os seus medos dando pequenos passos até ganhar confiança e fazer o que antes parecia impossível.
É positiva. Não foca no problema, mas procura a solução.
Desculpas atrapalham os resultados. Não importa as circunstâncias, ela sabe que na vida ou você dá desculpas ou obtém resultados, nunca os dois. 
Sabe dizer não. Se permite fazer o que quer, não por ser egoísta, mas porque não faz nada somente para agradar.
Você atrai as coisas certas quando tem a noção de quem você é.
E você, qual é o seu valor?
Não saber ou não reconhecer o próprio valor é correr o risco de não viver todo o seu potencial, mas o pior é nada fazer para mudar.
Dê um novo significado para o que você faz... para quem você é... ou como você se vê como pessoa ou como profissional. Invista um tempo no autoconhecimento. Conhecer a sua essência vai ajudar você a superar os próprios limites e colocar a sua energia na conquista dessa pessoa de valor que está aí dentro de você!
Descubra o quanto você é incrível!
Agradeço a sua companhia.
Um grande e especial abraço
Isi Golfetto
Outros textos sobre MULHERES. Boa leitura.
Espelho, espelho meu... A crônica insatisfação feminina com a sua aparência.
Concentre-se no que você faz bem. Transformando desafios em sucesso.
I can and I will... watch me! Características da mulher confiante.
Siga-me.
Bate-papo com Estilo. Inspiração & Motivação - Reposição Diária de Energia.
Equilíbrio Sentimental. Essência Feminina - Espaço Terapêutico da Mulher. 

A única maneira de fazer algo grandioso é ter paixão pelo que faz. Isi Golfetto

Fabergé e os Ovos de Páscoa Imperial
Isi Golfetto
Mais conhecido por sua coleção de Ovos de Páscoa Imperial, criados exclusivamente para os últimos czares russos, Fabergé alcançou o ápice da excelência com essas joias nas décadas douradas entre 1885 e 1917. Uma extraordinária história de obras-primas que sobreviveram ao catastrófico fim de uma dinastia.
Quando mentes brilhantes, paixão e talentos se unem...
espere por uma obra-prima!
Primor, beleza, exuberância, luxo, glamour, ostentação… estes adjetivos figuram entre os atributos quando o objetivo é tentar descrever os magníficos Ovos de Páscoa Fabergé.
A fascinante história dos ovos Fabergé, marcados pelo luxo e pela tragédia pode ser recontada através dos 52 ovos de Páscoa, um legado cultural deixado por Fabergé para a humanidade que até hoje encanta o mundo. Obras-primas minuciosamente confeccionadas com ouro, pedras preciosas e outros materiais nobres, essas joias se destacam entre os objetos mais valiosos do mundo, avaliados em milhões de dólares. 
A Tradição dos Ovos de Páscoa
A Páscoa era uma data muito especial no calendário da Igreja Ortodoxa Russa. Todos se cumprimentavam com 3 beijinhos, recordavam a ressurreição de Cristo e se presenteavam com ovos que simbolizava uma nova vida que surgia e o renascer da esperança.
Os ovos trocados pelas pessoas do povo eram ovos de galinha decorados. Já os ovos que os membros da família real e os nobres da corte se presenteavam eram feitos de ouro, prata, decorados com esmalte e pedras preciosas.
Até que o czar Alexandre III conheceu o joalheiro Fabergé e decidiu inovar.
Quem foi Fabergé
Peter Carl Fabergé foi um joalheiro russo de origem franco-dinamarquesa. Nasceu em 18/05/1846, em São Petersburgo. Filho de Gustav Fabergé, aos 24 anos, herdou o negócio de joias que seu pai havia estabelecido em São Petersburgo, em 1842.
O talento de Fabergé. Fabergé foi um dos maiores joalheiros de todos os tempos. Ficou famoso pela extraordinária qualidade e beleza de seus trabalhos, em especial pelos exuberantes Ovos de Páscoa Imperial recheados de lindas e delicadas surpresas. Ganhou reputação internacional, sendo altamente considerado por colecionadores em todo o mundo.
Sua Preparação Profissional
Fabergé estudou nas melhores escolas de São Petersburgo e passava longas horas na oficina aprendendo os fundamentos da fabricação de joias com o funcionário sênior de seu pai, o mestre finlandês Hiskias Pendin. 
Mais tarde, teve a oportunidade de ampliar e aprimorar seus conhecimentos na Inglaterra, França, Alemanha e Itália. Visitou joalherias desses países, adquiriu novas técnicas e aprendeu a desenvolver projetos que combinassem o artesanato tradicional com toques criativos.
Fabergé procurava inspiração nas obras dos grandes mestres europeus. O Hermitage, o grande museu anexo ao Palácio de Inverno de São Petersburgo, abrigava tesouros das gerações anteriores de czares. Em 1867, o museu recebeu itens de joias antigas descobertas durante as escavações arqueológicas e precisava de alguém para consertá-las e avaliar seus materiais. Fabergé se ofereceu e trabalhou lá sem ser remunerado.
Em 1882, foi convidado a participar em uma exposição em Moscou, em virtude do trabalho que havia realizado no Museu Hermitage. Dentre as peças que ajudou a restaurar estavam joias gregas que datavam do século IV a.C., encontradas em Kerch, na costa do Mar Negro. Fabergé obteve permissão para copiá-las e incorporar a seus projetos, tornando-as o foco de sua exibição na exposição. Foi uma decisão inspirada. Fabergé pode mostrar a sua criatividade de joalheiro em uma tradição tão antiga que nenhum russo poderia deixar de ficar impressionado.
A revista Niva, que cobria o evento, destacou: O Sr Fabergé abre uma nova era na arte da joalheria. Sua Majestade honrou Fabergé comprando um par de abotoaduras com imagens de cigarras que, segundo a crença da Grécia Antiga trazem sorte.
Assim, Fabergé teve seu primeiro grande avanço - o reconhecimento da família imperial. Contudo, por um tempo, continuou sendo mais um entre tantos fornecedores da corte russa.
O tempo não para, muito menos a criatividade de Fabergé.
O conhecimento que Fabergé havia adquirido na Europa e no Hermitage foram inspiradores e decisivos em sua carreira. Sua determinação era fazer peças de joalheria que fossem muito mais do que a soma de suas partes. Ele queria elevar o design e o artesanato acima de meros materiais. Certa vez ele disse: coisas caras pouco me interessam se o valor for meramente o número de diamantes ou pérolas que o objeto possui.
Fabergé criou peças de joias que outros joalheiros não foram capazes. Seu talento, sensibilidade, criatividade, delicadeza, dedicação, esmero e paixão aliados às horas de estudo, pesquisa e muito trabalho elevaram Fabergé ao topo da excelência em joias.
Os Ovos e a Inspiração para as suas Criações. 
A célebre coleção de 52 Ovos Imperiais produzidas por Fabergé e seus excelentes ourives datam do final do século XIX e início do século XX. No início Fabergé e sua equipe não faziam ideia de que as suas criações se tornariam uma tradição na família imperial e seriam consideradas verdadeiras obras de arte.
Em 1885 o primeiro ovo foi criado para celebrar o 20º aniversário de casamento do czar Alexander III e sua esposa, a czarina Marie Feodorovna. Exteriormente parecia um simples ovo de ouro esmaltado, mas ao abri-lo revelava-se uma gema de ouro que continha em seu interior uma galinha, que por sua vez continha um pingente de rubi e uma réplica em diamante da coroa imperial.
Diante do sucesso desse presente, o czar passou a encomendar um ovo por ano a Fabergé para presentear a sua esposa. O czar deu liberdade a Fabergé para o design dos ovos. A única recomendação era que o ovo deveria ser único e conter uma pequena surpresa.
Com grande criatividade e muito talento técnico, Fabergé superava, a cada ano, o desafio na criação das joias. O trabalho era tão minucioso que cada peça levava um ano ou mais para ser produzida por uma equipe formada pelos melhores artesãos da época, que trabalhavam em segredo.
O tema mudava todo ano. Fabergé buscava inspiração em fatos da própria família do czar (por conhecer as preferências de quem receberia a joia, Fabergé personalizava cada peça tornando os ovos ainda mais fascinantes e desejados), nas conquistas da dinastia Romanov e em eventos temáticos da história da própria Rússia. Não por acaso Fabergé se tornou o joalheiro do czar.
Os primeiros dez ovos produzidos foram presentes de Alexander III à sua esposa, Marie Feodorovna. Após a sua morte, seu filho o czar Nicholas II, continuou a tradição e passou a oferecer um ovo por ano à sua esposa, a czarina Alexandra Feodorovna e outro à sua mãe.
Três décadas de história por trás dessas joias que se encerrou com a abdicação do czar Nicholas II. Símbolos que brilharam em tempos de glória e se tornaram sobreviventes após o trágico destino de uma dinastia que desapareceu. Símbolos que ironicamente se tornaram a suprema arte da joalheria mundial. 
Onde estão os Ovos Fabergé hoje. 
Com o brutal assassinato do czar Nicholas II juntamente com a sua família, em 1918, os bens dos palácios Romanov foram confiscados pelos bolcheviques. Alguns ovos desapareceram durante os vários saques ocorridos nos palácios, mas a maioria dos ovos Fabergé, juntamente com as joias, ouro, prata e ícones imperiais foram inventariados, embalados em caixas e levados para o Arsenal do Kremlin, por ordem de Lênin que desejava preservar a herança cultural da Rússia e lá ficaram esquecidos.
Quando Stalin chegou ao poder esses tesouros foram descobertos e o legado imperial russo começou a ser vendido para apoiar o novo governo bolchevique e financiar seus planos econômicos. Mesmo correndo o risco de serem executados, alguns curadores do Kremlin esconderam muitas peças valiosas.
Da coleção dos ovos imperiais, seis continuam desaparecidos, alguns pertencem a colecionadores privados e outros exemplares podem ser admirados em museus na Rússia e nos Estados Unidos.
Os Ovos Fabergé, o fascínio e a disputa pelos colecionadores
Muito mais do que apenas símbolos de luxo e opulência os famosos ovos de Páscoa Imperial são obras-primas de valor inestimável e disputados por colecionadores em todo o mundo.
Admirados pela perfeição e considerados expoentes da arte joalheira, o fascínio despertado pelos ovos Fabergé deve-se à sua raridade, exclusividade, confecção artesanal impecável e primorosa e preciosidade dos materiais com uma combinação de esmalte, metais e pedras preciosas aliados a perfeição e a beleza exuberante de cada joia que escondiam surpresas e miniaturas, além de toda história e mistério no entorno dessas peças.
Os ovos Fabergé são a perfeita combinação de todos esses atributos e elementos, não para menos que o seu valor chega a dezenas de milhões de dólares. O Winter Egg, confeccionado em 1913, é um dos ovos mais caros produzidos por Fabergé. Feito de cristal finíssimo e com mais de 3000 diamantes, ficava em uma base que parecia gelo derretido. Sua surpresa era uma cesta de platina com flores feitas de quartzo branco, ouro, jade e outros materiais preciosos. Em 2002, o Winter Egg foi vendido pela casa de leilões Christie´s em Nova York por US$ 9,6 milhões (cerca de R$ 19 milhões). 
A Casa Fabergé hoje
Após o assassinato da família Romanov, a Casa de Fabergé foi nacionalizada pelos bolcheviques e seus bens confiscados. Temendo pela segurança da sua família Fabergé fugiu para a Suíça. Todo o seu mundo desabou e dois anos depois, o coração do maior joalheiro que a história conheceu, parou.
Em 1951 a família perdeu o direito de produzir e comercializar peças com o nome Fabergé, recuperando esse direito apenas em 2007. A marca foi relançada em 2009 sob o comando de Tatiana e Sarah Fabergé, bisnetas do joelheiro. Hoje está presente em Londres, Nova York, Dubai e Hong Kong e representada na França, Alemanha e Itália.
As joias atuais são inspiradas nas antigas criações do joalheiro e muitas delas incluem detalhes em formato oval, em referência ou reverência às obras de arte que escreveram o nome Fabergé para sempre na história mundial da alta joalheria.
Peter Carl Fabergé, a lenda em seu próprio tempo
A única maneira de fazer algo grandioso é ter paixão pelo que faz. Isi Golfetto
O trabalho de Fabergé sempre despertou fascínio. Apesar de ter sido considerado, por vários críticos, como o joalheiro de um regime decadente e autocrático, hoje Fabergé é reconhecido por seus estudos adicionais nos campos da história e influência artística. Seu lugar na história da arte é o de um artista-joalheiro excepcionalmente criativo, com notável habilidade empreendedora.
Fabergé era o artesão supremo de sua época, quem sabe de todas as épocas. Como designer mestre da corte imperial russa, ele criou obras de arte requintadas. Obras-primas tão raras e engenhosas em seu design que sua fama se espalhou pelo mundo. Peter Carl Fabergé se tornou uma lenda em seu próprio tempo.
Abraço especial
Isi
*Acessando o link você vai encontrar um PDF com dados referentes a cada peça: o nome do ovo como catalogado em inglês, a data que foi produzido, o seu atual proprietário e abaixo a descrição do material.
*Texto escrito / traduzido / adaptado por Isi Golfetto
Outros textos sobre VIDAS QUE INSPIRAM. Boa leitura.
A arte de ver o invisível. Irena Sandler... modificando o rumo da história.
Protagonista ou plateia? Van Gogh e Renoir... dois gênios, duas personalidades, dois destinos.
Mudar, mas mudar para melhor. Cora Coralina... recriando a vida.
Obstáculos desafiam ou desmotivam você? Beethoven... transformando limitações em aliadas.
Quem disse que é impossível? Pasteur... o impossível é só uma questão de tentativas e tempo.
Respire fundo e recomece. Paganini... o gênio conduzido por sua genialidade.
Reinvente-se... pense diferente. Nobel... competência em se reinventar.
Siga-me.
Bate-papo com Estilo. Inspiração & Motivação - Reposição Diária de Energia.
Equilíbrio Sentimental. Essência Feminina - Espaço Terapêutico da Mulher.