Quem quer fazer sempre encontra um jeito, quem não quer encontra uma desculpa. Roberto Shinyashiki

Seja melhor que sua melhor desculpa!
Isi Golfetto
Quando as pessoas desejam ardentemente fazer algo é incrível como elas investem tempo e energia e ultrapassam limites para conquistar seus objetivos. Também é fato que quando não querem possuem uma desculpa pronta, argumentos contundentes e nada as convence do contrário.  
Suas desculpas podem até ter justificativas,
mas, além de deselegantes, não vão melhorar em nada a sua vida.
Você já se pegou dando desculpas? Você acredita que desculpas servem como justificativas?
A lista de justificativas ou desculpas esfarrapadas é infindável.
Não se exercitar por falta de tempo ou por causa do clima... ora é frio demais, ora o sol está muito quente.
Atrasos a compromissos dos mais variados problemas de trânsito às mais absurdas desculpas de imprevistos... dos mais simples aos mais criativos.
Não fazer cursos, para se desenvolver na carreira, por falta de dinheiro ou tempo ou mesmo por não se achar mais tão jovem.
Desculpas, o hábito de enganar a si mesmo
O hábito de inventar desculpas se inicia na infância e faz com que a pessoa desenvolva esse hábito não assumindo as responsabilidades em sua vida. Além disso, mostra uma postura totalmente negativa e, quase sempre deselegante. O que ela ainda não percebeu é que ninguém acredita mais em suas desculpas, a não ser ela mesmo.
Indivíduos que não alcançam o sucesso apresentam esse traço em comum... vivem de desculpa em desculpa porque acreditam que elas justificam a sua postura. Porém, nenhuma delas leva ao êxito. O mundo só quer saber se você alcançou o resultado pretendido.
Não há mais lugar no mundo para esse tipo de atitude.
Seria tão mais proveitoso se esse tempo e energia desperdiçados em justificar desculpas fossem investidos em atitudes proativas.
O hábito de criar desculpas não ajuda a desenvolver a sua autoconfiança para lidar com as situações, além de inibir a sua criatividade na busca por soluções.
Certa tarde, um pai saiu para caminhar com as duas filhas, uma de oito e a outra de quatro anos.
Em determinado momento da caminhada a filha mais nova pediu ao pai que a carregasse pois estava muito cansada para continuar andando. 
O pai respondeu que, também, estava cansado.
Diante dessa resposta, a pequena começou a choramingar e a fazer corpo mole.
Sem dizer uma só palavra, o pai cortou um galho de árvore e o entregou à menininha, dizendo... olha, querida... um cavalinho para você montar! Ele vai ajudar você a chegar em casa.
A menina parou de chorar na hora, começou a cavalgar e ainda chegou em casa antes dos outros. Ficou tão encantada com seu cavalinho de pau que foi difícil fazê-la parar de galopar o resto da tarde.
A irmã mais velha, intrigada com o que viu, perguntou ao pai como entender a atitude da irmã.
O pai sorriu e respondeu... a vida é assim, querida. Às vezes a gente está física e mentalmente cansado, certo de que é impossível continuar. Então, procuramos desculpas para não fazer o que é nossa responsabilidade. Mas, essa não é a atitude certa. Precisamos criar o hábito de encontrar soluções para cada dificuldade em nosso caminho... mesmo que seja um cavalinho que vai nos dar ânimo outra vez.
Ao eliminar as desculpas você passa a exterminar as razões pelas quais elas são inventadas, porque na vida ou você tem resultados ou desculpas... nunca os dois juntos.
Nunca consegui entender por que as pessoas passam tanto tempo criando desculpas para esconder as próprias fraquezas. Se usassem esse tempo para se corrigir teriam mais tempo para criar a vida que tanto desejam.
Desculpas estão sempre disponíveis... oportunidades, não!

Vamos juntos... trocando o vício das desculpas por resultados!

Sucesso a todos nós!
Abraços
Isi
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Se o seu navio não chega, nade até ele. Jonathan Winters

Perde-se o que nunca se teve
Isi Golfetto
Saber tomar decisões é uma arte a ser aprendida ao longo da vida. Portanto, para obter satisfação pessoal e sucesso profissional depende de adquirir habilidade de fazer escolhas e decisões adequadas.
Nossos maiores problemas não estão nos obstáculos do caminho...
mas na escolha da direção errada.
Com um pequeno leme se dirige um grande navio assim como nossas escolhas e decisões dirigem a nossa vida.
Como você tem se saído como comandante da sua nau? Você está no controle das decisões ou apenas contornando situações? Alguma vez ficou na dúvida entre o ir e o ficar e se arrependeu da decisão?
A vida é o reflexo das escolhas feitas e o resultado das decisões tomadas.
Temos que admitir que ninguém acerta o tempo todo ou erra porque quer. Contudo, a decisão está em nossas mãos... escolher entre ter a coragem de investir em uma oportunidade ou perder a chance e pagar o preço das consequências.
Apesar de não termos uma bola de cristal para consultarmos o futuro, podemos minimizar os riscos de uma decisão equivocada evitando a precipitação de uma resposta fácil ou ingênua. Por isso, uma decisão exige um compromisso efetivo com a escolha feita e suas consequências.
Como minimizar o risco de uma decisão equivocada
Investir no autoconhecimento. Analise a sua experiência anterior. Saiba que, onde está hoje se deve as suas escolhas anteriores. Analise o motivo que o levou a optar por este caminho. O autoconhecimento é importante porque temos a tendência de decidir sempre da mesma forma. A vida é controlada por decisões e as melhores decisões são construídas a partir de objetivos claros.  
Desenvolver a capacidade de percepção. Saiba o que está acontecendo ao seu redor, para onde está indo ou está sendo levado. Não é fácil enxergar uma saída quando se está no meio da tempestade, mas é aí onde está a diferença entre o bom e o mau navegador. Aquele que tem controle emocional consegue avistar o farol e terá a calma suficiente para vislumbrar a rota a seguir.
Analisar o problema. O que precisa ser decidido? Estude a questão. Escreva suas considerações. Entenda tudo o que diz respeito a ela para saber o que fazer. Ensinamos com nossas escolhas, aprendemos com nossas escolhas ou sofremos com elas.
Não agir por impulso. Por mais simples que seja a decisão, é melhor pensar muito bem antes de tomá-la. Mesmo que nem sempre seja possível apagar as marcas de uma escolha pouco sábia sempre há uma nova chance para novas escolhas.
Escutar opiniões de pessoas com experiência. Depois de refletir exaustivamente, procure obter a perspectiva de pessoas que entendam do assunto, que já passaram pela mesma experiência. Em geral, os que estão de fora veem sempre melhor o problema. As escolhas são diárias, bem como as oportunidades para mudarmos o nosso rumo.
Seguir sua intuição. Deixe sua experiência e intuição falarem por si. A soma destas duas forças fará com que a sua decisão seja adequada. Acredite em você e em sua capacidade de tomar decisões! Tenha coragem de seguir o seu coração e a sua intuição. Eles já sabem o que você quer, onde quer chegar.
Conta a história que um espião foi capturado e condenado à morte por um general do exército persa. Este general tinha o estranho costume de dar aos criminosos condenados a oportunidade de escolherem entre o pelotão de fuzilamento e a grande e assustadora porta.
Ao se aproximar o momento da execução os guardas trouxeram o espião diante do general para a sentença.
O que você prefere, perguntou o general, o pelotão de fuzilamento ou a grande porta?
O espião hesitou por um tempo. Finalmente escolheu o pelotão de fuzilamento.
Minutos depois de ouvir os tiros confirmando a execução do espião, o general voltando-se para o seu novo conselheiro, disse...
Eles sempre preferem o conhecido ao desconhecido. As pessoas temem aquilo que não conhecem.
O que está além da grande porta? perguntou o conselheiro.
Liberdade. Esses anos todos conheci poucos com coragem bastante para escolherem aquela saída.
As melhores oportunidades vivem atrás de grandes portas aguardando quem decide enfrentar o medo do desconhecido.
Medos são travas imaginárias que habitam a nossa mente e nos atemorizam. O medo intimida, faz acreditar na impossibilidade de mudar, de voar mais alto, de viver a liberdade, de arriscar a viver um grande amor.
Se existe a possibilidade de perder, por que não acreditar que existe a possibilidade de vencer? 
O medo de abrir a porta ao desconhecido faz você perder chances que pode nunca mais ter.
Vai lá... abra essa grande porta, conquiste os seus sonhos e viva a vida que você merece.
Que tenhamos confiança em nossas escolhas e coragem em nossas decisões!
Grande abraço
Isi
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Se você faz o que sempre fez, você obterá o que sempre obteve. Anthony Robbins

inspira, expira e não pira!
Isi Golfetto
Nossa vida é invadida por desafios... um após outro... pessoais ou profissionais. Adicione a isso o fato de vivermos cercados por pessoas ansiosas, que explodem à toa e à menor contrariedade ficam descontroladas. Como manter o equilíbrio durante uma discussão ou situação conflitante, uma vez que não podemos modificar o comportamento do outro?
Conflitos são inevitáveis...
o combate é opcional.
Inspire lentamente... e não pira!
Não há maior satisfação do que se sentir bem apesar de um dia atribulado. Conquistar esse bem-estar apesar das circunstâncias é fruto de muita ação. É preciso se concentrar nas coisas boas que, realmente valem o nosso tempo e a nossa energia. 
Para isso é indispensável criar hábitos que possam elevar o seu poder de contornar as adversidades e ainda ter fôlego, no fim do dia, para subir no pódio e poder dizer... consegui!!!
O pódio não é um ponto de chegada. É apenas uma parada para inspirar, expirar e não pirar. É um momento em que você pode reconhecer a sua capacidade de vencer, apesar de tudo, apesar de todos.
A maioria das pessoas não está preparada para reagir às avalanches emocionais e às situações conflitantes que enfrentam a cada dia.
A coisa boa dessa história é que cada um de nós tem os recursos internos necessários para aprender a controlar os impulsos e comportamentos indesejados e manter o equilíbrio nos momentos de estresse.
Expire bem devagar... e se controle
Atitudes para gerenciar um conflito e manter o seu controle emocional
Dialogar. Não espere uma crise para resolver uma questão pessoal. O diálogo precisa ser sempre a primeira opção. Algumas pessoas precisam conversar e entender o que está acontecendo. O diálogo permite que elas consigam estruturar os pensamentos e compreender as próprias emoções. Nada mais gratificante do que ter um olhar motivado pela tolerância antes de reagir às circunstâncias adversas.
Evitar os impulsos. Com grande frequência, durante uma crise, os ânimos tendem a se alterar e uma o que era para ser uma simples conversa pode se transformar em uma calorosa discussão. Foque no problema, não na pessoa. Não responda impulsivamente diante daquilo que o incomodou. Pense no que vai responder. Agir sem pensar aumentam as chances de conflitos. Assertividade requer equilíbrio.
Ser flexível. Quando uma pessoa mantem uma postura inflexível em uma discussão ela se comporta como se não houvesse outra alternativa para solucionar aquela questão. Essa atitude fecha o diálogo e pode ser um grande obstáculo para mudanças. Não chame de destino as consequências das suas próprias decisões.
Refletir. Durante uma situação tensa, se perceber que não está dominando a sua emoção, saia do lugar em que está... vá caminhar. Fique à sós. Procure entender qual é a verdadeira razão do conflito. Com os ânimos serenos retome o assunto. Tem pessoas que criam as suas próprias tempestades e ficam desoladas quando chove.
Relaxar. Saber algumas técnicas de relaxamento ajuda a manter o controle emocional. A atividade física ajuda a liberar as tensões acumuladas e a diminuir o estresse. Esse estado mais relaxado vai ser de grande utilidade ao gerenciar uma situação conflitante! Conflitos são inevitáveis, o combate é opcional.
Equilibrar o trabalho com o lazer. O excesso de trabalho, sem pausas reconfortantes, aumenta a tensão e a possibilidade de estresse. Desfrutar de momentos de lazer faz você se sentir bem e ajuda a colocar o foco no que é realmente positivo. Não tenha medo de mudar a estrada. A gente só descobre novos caminhos quando muda a direção.
Avaliar seu comportamento. Pergunte a algumas pessoas experientes, e que o conhecem, sobre o que elas notam na sua postura ao lidar com os momentos de tensão. Essa é uma forma de saber a imagem que você passa aos outros. Esteja aberto a críticas. Mesmo que não concorde, ouça com atenção e avalie onde e como melhorar. Se não está conseguindo obter os resultados que deseja não hesite em buscar a ajuda de um profissional. Se você quer resultados diferentes, faça as coisas de maneira diferente!
Mudar é um processo. Faça uma lista das situações que gostaria de ser mais assertivo. Coloque-as da mais simples à mais complexa. Tentar mudar de uma vez, além de impossível, só vai aumentar a ansiedade e as chances de fracasso. Mude, mas comece devagar porque a direção é mais importante que a velocidade!
Convido você a assistir ao vídeo do francês Jean Gabin - Je Sais. Linda reflexão.
Se não formos melhor hoje do que ontem, então qual a serventia para amanhã?
Bom demais estar em sua companhia. 
Um grande abraço
Isi
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Somos o que fazemos repetidamente. Por isso, o mérito não está na ação e sim no hábito. Aristóteles

Concentre-se nas coisas boas

Isi Golfetto

Criamos a nossa realidade através dos hábitos presentes em nossa rotina e muitas vezes nem nos damos conta. Os hábitos que cultivamos fazem parte da construção da nossa vida e podem influenciá-la de maneira positiva ou não. Hábitos podem ser modificados para elevar o crescimento pessoal e aprimorar os valores e estilo de vida.
Se você não gosta de alguma coisa, mude-a.
Se não pode mudá-la... pare de reclamar!

O vício de se incomodar
O hábito é uma sequência de ações que aprendemos e repetimos sem precisar pensar para realizá-lo. Ele é composto por nossos costumes, nossa maneira de viver, comportar e agir.
Com o passar do tempo adquirimos alguns comportamentos indesejados e algumas formas inadequadas de pensar.
Para mudar esses maus hábitos é preciso ter consciência e querer eliminá-los para poder viver uma vida com qualidade.
Um hábito que é negativo e pouco elegante é o de reclamar. 
Reclamar é falar, enfatizar ou ressaltar as coisas negativas de alguém ou de uma situação. Em geral, são fatos que não coincidem com o ponto de vista de quem reclama.
O vício de reclamar ocupa a mente de quem reclama com coisas negativas e desgasta a própria energia com coisas pequenas. Quem tem esse vício, além de nada fazer de produtivo para mudar a situação que o incomoda, desperdiça o tempo do outro.

Certo casal se mudou para um bairro novo e bem tranquilo.
Na primeira manhã, enquanto tomavam o café, a mulher reparou, através da janela, a vizinha que pendurava lençóis no varal e comentou com o marido...
Como os lençóis que ela está pendurando estão sujos! Ela precisa usar um sabão de melhor qualidade. Se eu a conhecesse a mais tempo perguntaria se ela quer que eu a ensine lavar roupas.
O marido observou calado.
Uns dias depois, durante o café da manhã, lá estava a vizinha pendurando os lençóis e a mulher repetiu o comentário com o marido...
Nossa vizinha continua deixando os lençóis sujos. Se eu a conhecesse melhor perguntaria se ela quer que eu a ensine lavar roupas.
E assim, sempre que a vizinha pendurava as roupas no varal a mulher repetia o seu discurso.
Passado um tempo a mulher se surpreendeu ao ver pela primeira vez os lençóis limpos. Admirada comentou com o marido...
Olha... ela aprendeu a lavar roupa! Eu não fiz nada. Será que a outra vizinha a ensinou? 
O marido apontando para a janela respondeu...
Não. Eu levantei mais cedo e limpei os vidros da nossa janela.
Antes de criticar verifique se fez alguma coisa para ajudar. Mas, primeiro observe os seus próprios defeitos e limitações.
Não crie o hábito de apontar as falhas de outras pessoas. Você não é perfeito. Olhe no espelho antes de olhar pela janela.
Concentre-se nas coisas boas
Para alterar essa rota de hábitos negativos para um caminho mais positivos e beneficiar os seus relacionamentos Will Bowen. autor do livro Pare de reclamar e concentre-se nas coisas boas, apresenta um método simples e eficaz para facilitar o monitoramento no processo de eliminar o vício de reclamar.
Escolha um objeto e mude-o de posição toda vez que fizer uma crítica, uma fofoca ou uma reclamação. Por exemplo - troque uma pulseira ou relógio de um braço para o outro, um anel de um dedo para o outro, mexa em uma moeda ou pedrinha no bolso.
O ato de parar de falar e mover um objeto faz com que você fique consciente do seu comportamento e dá a oportunidade de mudar o pensamento.
Faça este procedimento por 21 dias consecutivos. Estudos e estatísticas apontam que esse número pode variar conforme a pessoa, levando em média até 66 dias para se iniciar um novo hábito. Contudo, não desanime. Concentre-se nas coisas boas. À medida que for se educando a não verbalizar uma reclamação, você notará que também vai desaparecer a reclamação em pensamento.
Quantas vezes você ouviu uma reclamação hoje? Quais foram os motivos?  
E, você, reclama muito? Quais os ambientes em que fica mais vulnerável a reclamar? Por quê?
Com quais pessoas você tem o hábito de reclamar? Por quê?
Qual o período do dia em que você mais reclama? Por quê?
Não deixe que a beleza da vida seja embaçada pelo vício de reclamar. Crie o hábito de se concentrar nas coisas boas que existem em cada pessoa, em cada situação... mesmo que em alguns dias isso signifique procurar um pouco mais!
Agradeço a sua agradável companhia até aqui.
Forte abraço
Isi
Outros textos sobre AUTOCONHECIMENTO. Boa leitura.
Pare de se sabotar.  Identificar e superar limitações
Quem realmente quer.  Autoavaliação com foco na conquista de objetivos
Perde-se o que nunca se teve.  Como minimizar os riscos de uma decisão equivocada
Degrau por degrau...  Hábitos de pessoas bem-sucedidas
Ajuste o foco!  A verdadeira felicidade está onde menos procuramos
É preciso retirar a venda.  O que impede a conquista de um sonho
Um dia de chuva pode mudar a sua vida.  Onde você investe seu tempo... investe a sua vida
A força da alma.  A diferença entre fazer o possível x dar o seu melhor
Stop dreaming... start doing.  Como definir metas e conquistar objetivos
O que um homem pode ser, ele deve ser.  Teste sobre autoestima.
Destrave-se ou morra tentando.  Como destravar o seu potencial
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