L´eleganza non è farsi notare, ma farsi recordare. Giorgio Armani

A elegância é um reflexo!
Isi Golfetto
É verdade que a elegância não pode ser comprada. É verdade, também, que a elegância nasce por dentro e se reflete nas atitudes, no modo como a pessoa se comporta, como trata os outros e se respeita. Elegância, apesar de não ser um artigo que está à venda, está ao alcance de quem quer aprender e se apresentar no seu melhor estilo.
O que você tem, todo mundo pode ter...
o que você é, só você pode ser. 
Quantas pessoas você conhece que são elegantes? E, quem você poderia mencionar que possui um comportamento tão elegante quanto a sua aparência?
Sempre que penso em alguém elegante me recordo de um tio. Naquela época era um jovem bonito, com muita classe e um comportamento impecável. Recém-chegado da Hungria e falando um hungarês (húngaro com português), decidiu transmitir seus conhecimentos de regras de etiqueta e boas maneiras para suas duas sobrinhas... minha irmã e eu... bem no início da nossa adolescência. Se você pensou... qualquer semelhança é mera coincidência... e, se também pensou que poderia ter sido essa motivação que o levou a nos lapidar (digo, ensinar), lamento informar... jamais iremos saber.
Mas, nada acontece por acaso. Foi uma época de crescimento, amadurecimento, desenvolvimento pessoal e de construção de um futuro com mais possibilidades de acertos. Se em várias ocasiões corriqueiras e outras mais requintadas eu me saí perfeitamente bem das saias justas em que me encontrei, foram graças àquelas aulas.
Lembro-me de muitos ensinamentos. Um deles, o que eu mais gostava, era como andar com elegância. Para conquistarmos tal competência tínhamos que caminhar 15 minutos, todos os dias, com dois pequenos livros sobre a cabeça, sem deixá-los cair. Ele dizia que a beleza da mulher estava no seu caminhar. O andar deveria transmitir delicadeza, graça e leveza.
Aprendemos como arrumar uma mesa com aquele número infinito de talheres, copos e pratos... a importância de saber se comportar à mesa em um evento, de saber conversar socialmente e de sentar elegantemente.
Sobretudo, aprendemos que sem elegância por dentro, não há elegância por fora que dê jeito. Que o imprescindível é ter um comportamento elegante, um valor que vai muito além de saber usar corretamente qualquer regra de etiqueta ou talheres. Esse comportamento elegante é cultivado através de atitudes elegantes que refletem quem de fato somos, o que temos e podemos oferecer.
O comportamento elegante é uma elegância desobrigada. Ela deve nos acompanhar desde as primeiras horas da manhã até a hora de dormir... ela deve se manifestar nas situações mais simples e corriqueiras, aquelas quando não estamos em nenhuma festa e nem há holofotes por perto. 
É elegante cumprimentar o porteiro e entender que ninguém é mais que ninguém.
É elegante ser grato a quem o ajuda e correto com quem você se relaciona.
É elegante honrar a sua palavra e ser honesto nos negócios.
É elegante elogiar mais do que criticar.
É elegante ser gentil.
É muito elegante dar o lugar para alguém sentar.
É muito elegante oferecer ajuda a uma pessoa com mais idade ou com alguma limitação física.
É muito elegante abrir a porta para alguém.
É elegante escutar, muito mais do que falar.
É elegante ser discreto, não fazer perguntas ou insinuações inoportunas.
E, é muito mais elegante passar longe das fofocas, das pequenas maldades ampliadas de boca em boca.
É elegante evitar assuntos constrangedores para não humilhar o outro.
É essencialmente elegante olhar nos olhos ao conversar.
É elegante não usar um tom superior de voz com as pessoas.
É elegante o silêncio diante de uma rejeição.
É elegante ser pontual.
É elegante oferecer flores.
É elegante presentear fora das datas festivas.
É muito elegante sorrir... e faz um bem danado para a alma.
É elegante fazer algo por alguém e este alguém jamais saber disso.
É elegante demonstrar interesse por assuntos que desconhece.
É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao outro.
É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.
É tentador desejar um chefe perfeito, um emprego perfeito, uma roupa perfeita. Mas, é muito elegante não desistir e jogar com as cartas que nos foram dadas e adicionar acessórios ao que já temos.
É elegante não recomendar à secretária que pergunte antes - quem está falando - e só depois dizer se você está ou não está.
É elegante ser educado. Enquanto a deselegância estiver apenas no jeito de andar, de falar ou de vestir é mais fácil contornar a situação. Mas, quando a deselegância está no caráter... aí fica difícil... pois o pior tipo de deselegância não está nas roupas, mas na falta de educação.
É elegante desenvolver a arte de conviver. É só pedir licença para o nosso lado brucutu, que acha que com amigo não tem que ter frescura. Se os amigos não merecem uma certa cordialidade, os inimigos é que não irão desfrutá-la.
Educação enferruja por falta de uso. E, detalhe... educação não é frescura.
*Baseado em textos atribuídos a MMedeiros e a GKalil
Hoje em dia somos atingidos por comportamentos deselegantes de todas as partes... atitudes de desrespeito com o próximo, falta de boas maneiras e civilidade. Poucos tomam para si a responsabilidade na educação dos nossos jovens e, infelizmente essa tarefa está sendo esquecida por muitos e deixado de lado tanto na educação familiar como na escolar.
Invista alguns minutos para assistir a esse vídeo produzido na Rússia. Observe como a educação e a gentileza impactam diretamente na vida de outras pessoas! Gestos simples que podem servir de inspiração para a gentileza nossa de cada dia!
Ter atitudes gentis não requer habilidades especiais, tempo ou dinheiro. Basta ter boa vontade e desprendimento. 

Agradeço a sua gentileza ao me acompanhar até aqui.
Um grande abraço
Isi
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2 comentários:

  1. Ótimo post! Realmente a elegância vale mais que qualquer dinheiro, titulo...
    A parte em azul foi você quem criou? Se sim, parabéns!
    Seu tio te deu a melhor lição que poderia dar!
    Beijinhos!

    Prioridades femininas

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