Aceite seus limites sem jamais desacreditar na sua capacidade de superação.

Você está onde se coloca!
Isi Golfetto 
Atravessamos muitas tempestades em nossa vida. Alguns escolhem se tornar vítimas... outros escolhem ser sobreviventes... mas, há aqueles que decidem tentar novamente e se superar.
O mundo não está interessado nas tempestades que você encontra.
Ele quer saber se você trouxe o navio.
Conflitos, estados angustiantes, frustrações, em maior ou menor grau todos nós iremos passar por eles em algum momento. Faz parte da vida.
O que vai determinar o quanto as experiências doloridas serão potencializadas é o modo como vamos reagir aos diálogos internos que reforçam as ideias negativas decorrentes desses episódios.
Modificar a forma de pensar essa situação é indispensável. Confiar que, mesmo que as coisas aconteçam de forma desfavorável não significa que tudo será ruim novamente ou que não haja outra solução.
É preciso acreditar que podemos superar e ter o controle sobre as nossas emoções de volta.
Que atitudes podem nos limitar? Como mudar essa situação e recuperar o controle sobre as nossas emoções?
Existem algumas atitudes que, sem nos darmos conta, atuam como verdadeiras âncoras no nosso dia-a-dia. Limitam a nossa capacidade emocional e imobilizam a vida.
Ser demasiado crítico consigo mesmo e com o outro. O autocrítico se distingue por um estado permanente de julgamento e avaliação negativa enfatizando suas limitações e defeitos. Inveja quem alcança suas metas e se frustra por não alcançar as suas próprias. Entre as frases mais comuns estão... “não posso, não sou capaz, não mereço”.
Procurar o culpado ou onde está a culpa. Intolerante com os próprios erros, tenta se convencer de que as suas falhas acontecem devido a erros externos. Desgasta-se pensando que não alcançou os seus objetivos por falta de dinheiro, falta de tempo, falta de oportunidade. Seu diálogo interno contém frases como “isso não é suficiente, não está perfeito, isso não saiu como eu gostaria”.
Fazer papel de vítima. Ocasionalmente pode acontecer algo em nossa vida que foge ao nosso controle. Mas, o vitimista se sente desprotegido e sem esperança. Acredita que os obstáculos entre ele e o que deseja são intransponíveis. Lamenta como as coisas são, mas não tenta mudá-las. No diálogo interno do vitimista aparecem afirmações como: “ninguém me entende, ninguém me valoriza, sofro e ninguém se importa comigo”.
Colecionar sentimentos negativos. O imaginário de pessoas com sentimentos negativos é o mais catastrófico que se possa imaginar. Antecipa fatos que seguramente não vão acontecer e lhes dá importância maior do que realmente têm. A frase para este tipo de diálogo interno é: “tudo pode se converter em uma tragédia quando eu menos esperar”.
Mudar essa realidade só depende de você. Comece por ter a consciência desses diálogos negativos. Então, procure criar o hábito de ficar mais atento as suas reações diante de fatos estressantes. A seguir, invista em modificar os diálogos internos passando do modo negativo para o positivo. Aos poucos você vai reconquistar o seu controle emocional e desfrutar de uma vida mais assertiva.
Os únicos limites da sua mente são aqueles que você acredita ter.
Primeiro dia
Caminho pela rua.                    
Há um buraco fundo na calçada.
Estou distraído e caio nele.
Fico perdido e incapaz de pedir ajuda.
Não consigo sair.
Perco a esperança e todos os estímulos
que me dariam forças para sair daquele buraco.
Mas, não é minha culpa.
Eu me revolto.
Sou vítima da irresponsabilidade alheia.
Demoro uma eternidade
para encontrar uma saída.
Segundo dia
Caminho pela mesma rua.
Há um buraco fundo na calçada.
Aquilo não é problema meu.
Finjo que não o vejo.
Caio nele outra vez.
Mas, não é possível que isto aconteceu comigo de novo!
Estou no mesmo lugar de ontem.
Deveria ter aprendido a lição.
Mas, sei que não é minha culpa.
Demoro um tempo incrível para sair de lá.
Terceiro dia
Continuo a caminhar pela mesma rua.
Há um buraco enorme na calçada.
Vejo que ele ainda está lá.
Mesmo assim, caio nele novamente.
Fico triste comigo pois as experiências anteriores de pouco adiantaram.
Costumo fazer sempre as mesmas coisas.
Cometo sempre os mesmos erros.
Isto já se tornou um hábito.
Mas, finalmente meus olhos se abrem.
Sei onde estou.
É minha culpa.
Saio rapidamente do buraco.
Quarto dia
Caminho pela mesma rua.
Há um buraco enorme na calçada.
Contorno o buraco.
Escuto alguém dizer...
esse aí deve ter caído naquele buraco.
Quinto dia
Mudo meu caminho. 
Vou por outra rua.
Da mesma forma que é impossível tirar férias de si mesmo, é impossível continuar fazendo as mesmas coisas e querer resultados diferente. 
Vamos juntos que tudo fica mais fácil!
Um forte abraço
Até breve
Isi
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2 comentários:

  1. Parabéns pelo blog, estou seguindo!
    Voltarei sempre, beijos no coração:

    Solange Nunes
    http://overcoming2.blospot.com.br

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  2. Frustrações existem porque ninguém é tão perfeito ao ponto de ter somente acertos na vida. Portanto, o que importa é ter humildade e perseverança para alcançar nossos objetivos na vida. Não basta somente querer, desejar alcançar alguma meta. Ter atitude é imprescindivel.
    Até...

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