É preciso coragem para ser diferente e muita competência para fazer a diferença.

Reinvente-se... pense diferente!
Isi Golfetto
Se buscamos resultados diferentes, se desejamos fazer a diferença temos que mudar, temos que nos reinventar. É preciso pensar diferente, criar hábitos diferentes, se abastecer de coragem, acreditar em si mesmo, ir lá e fazer.
Coragem é o equilíbrio entre a prudência e a audácia.
É ultrapassar os limites que nós mesmos nos impomos.
Coragem é a força que nos ajuda a sair da “casca de proteção” que nos engessa... nos inspira a deixar de lado todas as justificativas que ancoram a nossa vida e a deixam em um eterno compasso de espera.
A coragem tem o poder de proporcionar novas perspectivas diante das situações mais adversas e alavancar nossa autoestima. Quem vai mais longe é quem tem a coragem de arriscar.
Quero compartilhar duas histórias. Duas personagens que optaram pela coragem para se reinventarQue decidiram ultrapassar os limites que se impuseram ou lhes impuseram. Que pensaram e agiram acreditando em si e fizeram a diferença. Histórias que podem se tornar uma fonte de inspiração para cada um de nós.
Alfred Bernhard Nobel, sueco, 1833-1896
A imortalidade não está no tempo que você viveu, mas sim em como você viveu
Alfred Nobel, engenheiro químico, industrial e magnata foi o inventor de explosivos, entre outras coisas.
Certo dia ao abrir a edição de um jornal francês, Alfred se deparou com a manchete da sua própria morte: MORRE O GÊNIO DO MAL. (quando, de fato seu irmão era quem havia falecido).
Estarrecido continuou a leitura da notícia que destacava como ele teria construído a sua fortuna às custas de milhares de vidas perdidas ao redor do mundo com o uso da nitroglicerina (que já havia sido inventada). O que não foi mencionado em momento algum foi que Nobel transformou a nitroglicerina um produto manipulável. Ele inventou a dinamite para poupar a vida de outros tantos milhares de trabalhadores e sua invenção veio a facilitar o trabalho de grandes construções tais como túneis e canais.
Impactado com a notícia, se perguntou... será dessa maneira que serei lembrado?
A sua competência em se reinventar fez a diferença e Alfred Nobel tirou do mal o seu bem maior.
Após a leitura desse artigo Nobel decidiu direcionar a sua fortuna para patrocinar anualmente a entrega de prêmios a quem se destacasse em pesquisas e descobertas nas áreas de física, química, medicina, literatura e que contribuísse com a paz mundial e o bem da Humanidade. Esse prêmio mais tarde levaria o seu nome.
E você, como gostaria de ser lembrado? Não espere para refletir sobre a sua vida até que algo difícil aconteça. Procure avaliar seus projetos e seus objetivos regularmente e verificar se continuam na rota certa. E, se não estiver satisfeito com os resultados não hesite - reinvente-se... pense diferente!
O mundo pertence a quem se atreve
Chez, era uma garotinha que estava se preparando para competir no time juvenil de natação da sua escola.
Próximo ao dia da competição o seu treinador decidiu colocá-la no time mais avançado.
Ela ficou preocupada. Achou que não estaria preparada para disputar no time mais avançado.
Ao chegar em casa comentou sobre a sua preocupação com a mãe que decidiu conversar com o treinador.
Porém, a mãe ponderando sobre a decisão do treinador, pensou: Se o treinador decidiu colocar fé em minha filha, ele sabe o que está fazendo. Assim, a mãe conversou com a menina e deixou que ela tomasse a decisão por si mesma.
Chez decidiu enfrentar o seu medo, agarrar-se ao desafio, criar coragem, sair da “casca de proteção” que a envolvia e vencer os limites que ela mesma estava se impondo.
Chegou o grande dia. Ela estava muito nervosa. Ao sinal do início da competição a menina mergulha e começa a nadar dando tudo de si e termina em último lugar.
Contudo, algo surpreendente aconteceu. Ao tocar a parede da piscina, Chez olha em sua volta e com sorriso e alegria contagiantes grita: Eu consegui! Todos a aplaudem. A menina corre para abraçar o seu treinador e agradecer pela oportunidade que ele permitiu que ela tivesse.
Ela venceu a competição? Não. Ela venceu a si mesma e blindou a sua autoconfiança.
Ela compreendeu a lição de fé que o técnico e sua mãe haviam depositado sobre ela e aprendeu o significado da frase: Não somos derrotados quando perdermos, somos derrotados quando não tentamos.
Reinvente-se! Pense diferente. Não permita que alguém imponha limites a você. Não se imponha limites. Encare os desafios e os momentos que parecem intransponíveis com coragem. Acredite que você pode, vá lá e faça o melhor que puder.
Grandes conquistas são resultados de pequenas vitórias.
Agradeço esses momentos em sua companhia.
Um grande e especial abraço
Isi

2 comentários:

  1. Lindo e inspirador post Isis! Excelente �� parabéns!

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  2. Agradeço, Enrico. Sim o texto é inspirador. Precisamos nos cercar de pessoas que nos inspirem e você é uma das pessoas que inspiram a minha vida. Beijos.

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