Quando tudo parecer impossível você tem duas escolhas: ficar prostrado e se render... ou ficar em pé, até correr se preciso for... mas fazer o melhor que puder não importa o que aconteça.

Mães do Holocausto!  
Isi Golfetto
Diferente é a história, não o amor... incomum são as circunstâncias, não o afeto... sublime é amar alguém que não nasceu de nós, mas para nós.
Mãe é quem ama e cuida, não importa
se é de sangue ou de coração.
Sublimer é amar a quem não nasceu de nós, mas para nós!
Esse texto, inspirado no filme The courageous heart of Irena Sendler - O coração valente de Irena Sendler, é uma homenagem as mães do Holocausto.
Esse triste episódio da história, nos dá uma pequena visão de alguns dos momentos mais terríveis da Segunda Guerra.
Nele, podemos ver o contraste da crueldade e ferocidade nazista e a grandeza de heróis que arriscaram a própria vida para salvar o seu semelhante.
Viver os horrores dos tempos de guerra, pensando nos tempos de paz foi o propósito de Irena Sendler.
Para ela a palavra impossível era continuar a ver o seu povo dizimado sem tentar fazer alguma coisa. Sua visão e obstinação a impulsionaram a buscar meios para salvar as crianças judias do gueto de Varsóvia arriscando a sua própria vida.
Obstinada procurava fazer com que as mães e familiares compreendessem que todos seriam exterminados se permanecessem ali.
Para poupar a vida das crianças a solução era que as mães entregarem os seus filhos para serem adotadas por famílias polonesas ou serem colocadas em orfanatos e conventos.
Por outro lado, as mães polonesas, que aceitavam adotar uma criança judia, estavam conscientes de que, se fossem descobertas, estariam pondo em risco não apenas a própria vida, mas da sua própria família.
Como amar em tempos de guerra?
Pensando em preservar a verdadeira identidade de cada criança, Irena registrou os verdadeiros nomes e dados pessoais para que elas pudessem reencontrar seus familiares. Guardou os dados em potes de vidros, enterrando-os no jardim de uma vizinha. Assim, o passado de 2.500 crianças foi resgatado após a guerra.
Lamentavelmente a maior parte dos familiares dessas crianças foi morta nos campos de extermínios. Mas, os parentes que sobreviveram tiveram a felicidade de ter as suas crianças de volta. Triste foi a separação para as mães polonesas que as adotaram.
Como podemos definir o sentimento de amor de uma mãe de sangue ou de uma mãe de coração? Como compreender um sentimento cujo amor é maior que a própria vida? Como compreender o amor de uma mãe que coloca a sua vida e da sua família em risco para proteger um filho que não é seu? Como é possível ser altruísta e ter amor em tempos de ódio?
Não importa a adversidade que a vida apresenta, o impossível desaparece para quem tem visão, ação e persistência. A vida é bela e você está nela.
A homenagem e os meus respeitos à você que assumiu o papel de mãe... seja pai, mãe de coração, tio, avó, irmão mais velho. Mãe é quem ama, é quem cuida! E aos filhos, que recebem esse amor que saibam reconhecer, ser gratos e retribuir esse amor que recebem!
Mães são anjos sem asas, heróis sem capas, amor sem medidas. Que os seus dias possam ser cheio de afeto, de abraços, beijos, lágrimas de felicidade ou de saudade.
Felicidades sempre.
Um abraço especial
Isi

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4 comentários:

  1. Adorei seu texto, sabemos da história sofredora dos que sofreram por causa da guerra, são vários aspectos, porém os das mães são mais comoventes!

    Colhi o último parágrafo, vou postar em minha página:( Alma Pura liberte-se)
    Facebook.
    P.S.naturalmente com sua licença.

    Abraços.

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  2. Agradeço seu comentário. Realmente Irena Sendler é um exemplo. Acreditar que o impossível é apenas uma palavra inventada e visão e ação movem montanhas... é uma inspiração.
    Sem dúvida, pode usar os pensamentos que desejar desse ou de outros posts ou da fanpage Equilibrio Sentimental.
    Abraços

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  3. O mais incrível é que Irena Sendler nem mãe foi, mas ela tinha dentro de si o verdadeiro instinto materno! Foi uma mãe real para as crianças do Holocausto. Merece a homenagem, como todas as mães! Aliás, como diz a minha mãe: "dia das mães é todo o dia." rsrsrs

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  4. Realmente, Ana... dia da mães é todo dia. E mães... mães de fato são essas heroínas ou esses heróis sem capas, anjos sem asas, pessoas que amam sem limites um outro alguém, independente de ser a mãe que deu a luz ou a mãe de coração. Agradeço seu comentário, beijos.

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